segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

“O PRINCIPEZINHO”



Autor: Antoine Saint-Exupery




Esta história fala de um rapaz muito especial chamado Principezinho.
Quem conta a história é um aviador. O aviador conta que quando tinha seis anos viu num livro uma imagem de uma jibóia a engolir uma fera. Ele desenhou essa imagem num papel e foi perguntar às pessoas grandes se aquele desenho lhes metia medo. As pessoas disseram que não, porque o desenho lhes parecia um chapéu. Ele voltou a fazer o mesmo desenho, só que desta vez desenhou um elefante dentro da jibóia, para explicar que aquilo não era um chapéu. As pessoas, já fartas dos desenhos do rapaz, disseram para ele não desenhar e se dedicar a outras disciplinas. O rapaz viu-se assim obrigado a desistir da sua carreira de pintor. Depois de ter ido aprender Geografia e outros assuntos, foi para aviador e, quando era adulto, voou por grande parte do mundo. Mesmo assim, ele continuava a perguntar às pessoas o que achavam do seu desenho número 1, mas todas lhe diziam que era um chapéu, quer dizer, não percebiam nada do seu desenho. Ele deixou assim de falar de jibóias e passou a falar sobre coisas que os adultos falam, e claro que as pessoas adultas gostavam de conhecer um homem com muito juízo, como ele mostrava ter.
Mas o homem viveu sempre sozinho, nunca tinha tido alguém com quem falar como queria, até o seu avião ter caído no deserto de Saara. Foi aí que conheceu um rapaz loiro com uns olhos lindos, chamado Principezinho. Perguntou-lhe o que é que ele estava ali a fazer no deserto, mas o rapazinho só lhe pedia para ele desenhar uma ovelha. O homem disse que não sabia mas o menino insistiu tanto que ele acabou por fazer muitas tentativas, só que nenhuma era uma ovelha pequena. Por isso, resolveu desenhar uma ovelha dentro de uma caixa e o principezinho adorou.
O aviador não percebia de que planeta é que o Principezinho tinha vindo mas acabou por compreender que ele devia viver num asteróide.
O Principezinho era muito esperto e contou-lhe as suas viagens por vários planetas.
No primeiro planeta vivia um rei. Quando o rei viu o Principezinho ficou contente por finalmente ser rei de alguém. Mas o Principezinho não podia ficar ali, por isso disse adeus e foi-se embora.
No segundo planeta vivia um vaidoso. O vaidoso pensou que o Principezinho era um admirador, mas ele nem sequer sabia o que era isso e continuou viagem.
No terceiro planeta vivia um bêbado. O Principezinho achou estranho ver uma pessoa a beber daquela maneira, e resolveu ir embora.
No quarto planeta vivia um homem de negócios. O Principezinho disse-lhe olá, mas o homem só fazia contas e achava que podia comprar tudo o que havia no mundo.
No quinto planeta vivia um candeeiro e um acendedor de candeeiros. O planeta era tão pequeno que não havia espaço para mais ninguém, por isso Principezinho saltou para outro planeta.
No planeta seguinte vivia um homem idoso, o Geógrafo, que escrevia livros enormes e pensava que o rapaz era um explorador. O Principezinho disse-lhe que não, fez-lhe muitas perguntas mas a resposta era sempre a mesma: “não faço ideia”.
O sétimo e último planeta foi a Terra. Quando lá chegou, o Principezinho encontrou uma serpente, que lhe disse que sabia resolver todos os enigmas. A seguir, encontrou uma flor.
Depois viu uma raposa e teve com ela uma conversa muito interessante. A raposa ensinou ao Principezinho que para ter amigos tinha que prender as pessoas a ele. Falaram de tantas coisas que o Principezinho prendeu-se à raposa e assim ficaram amigos. A raposa explicou-lhe que a flor dele, que vivia no seu planeta, era para ele única no mundo porque gostava dela. Também lhe disse que ele tinha que passar tempo com os seus amigos para que eles se tornassem importantes. A raposa contou-lhe este segredo: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos”. Ela queria dizer que não interessa o aspecto das pessoas e das coisas, o que interessa é o que nós sentimos por elas.
Entretanto, o Principezinho disse ao aviador que tinha caído na Terra já há um ano e que queria ir embora para o seu planeta. O aviador também tinha arranjado o seu avião e já podia partir. Mas estavam os dois tristes porque eram amigos e iam separar-se. Depois, o Principezinho foi mordido por uma serpente e caiu ao chão.
O aviador acha que ele não morreu porque no dia seguinte não encontrou o seu corpo. Mas ficou para sempre com saudades dele e nunca o esqueceu.




Rita Santos, 7ºA
09/12/10

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

HALLOWEEN

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ROMEU E JULIETA - TEXTO DE APRESENTAÇÃO




ROMEU E JULIETA

de William Shakespeare

Era uma vez, na bela cidade de Verona, em Itália, duas famílias, com os nomes de Montecchio e Capuleto, que lutavam há tanto tempo que nenhuma delas se lembrava do porquê da disputa.
Romeu Montecchio, uma das personagens principais, andava triste, choroso, fechava-se no quarto e não dormia, porque estava apaixonado por Rosalina.
Julieta Capuleto, outra das personagens principais, tinha 14 anos e os pais queriam casá-la com o Conde Páris e a festa que esta família ia organizar era a oportunidade perfeita para os dois se conhecerem.
Romeu, Benvólio (primo de Romeu) e Mercúrio (amigo de Romeu) decidiram ir à festa dos rivais, mascarados, para Romeu ver Rosalina, mas quando chegaram à festa Romeu encantou-se por Julieta e o terrível Tebaldo Capuleto (primo de Julieta) reconheceu a voz a Romeu e queria matá-lo, mas o seu tio não deixou.
Romeu e Julieta dançaram e deram um beijo, mas ao saber que eram inimigos ficaram aterrorizados. Depois da festa encontraram-se por acaso e declararam o seu amor um pelo outro. Ela disse-lhe que se as suas intenções fossem boas e quisesse casar com ela, para dizer isso à sua ama que iria ter com ele. E, assim sendo, Julieta seguiria Romeu através de todo o mundo.

No dia seguinte, Romeu foi ter com o seu amigo e conselheiro, Frei Lourenço e contou-lhe do seu amor pelo inimigo, dizendo o Frei que os casaria, para pôr fim à guerra entre as duas famílias.

Conforme combinado, Julieta mandou a ama ir ter com Romeu e este marcou encontro com Julieta na capela de Frei Lourenço e aí casaram-se em segredo.

Mais tarde, Tebaldo Capuleto desafiou Romeu a lutar e este recusou. Então Tebaldo lutou com Mercúrio e Benvólio, mas Romeu meteu-se na luta para a fazer parar e a espada de Tebaldo foi direita a Mercúrio, que ficou ferido e acabou por morrer. Romeu para se vingar lutou com o Capuleto e acabou por matá-lo. O príncipe condenou Romeu. Qual terá sido a sentença de Romeu?

Quando Julieta soube da morte de Tebaldo ficou a pensar que Romeu era muito diferente do que parecia, mas ao saber da sentença do marido ficou ainda pior e muito chorosa. Romeu ficou no mesmo estado que a mulher, mas Frei Lourenço fê-lo parar para ir passar a noite de núpcias com a sua esposa e fugir de manha para Mântua.
Romeu e Julieta passaram a noite juntos e de manhã Romeu pôs-se a caminho de Mântua para não morrer em Verona.
Nessa mesma manhã, o Lorde Capuleto prometeu a mão de sua filha ao conde Páris e marcou a data de casamento para essa mesma semana. Julieta ao saber disto ficou aborrecida, recusando no início. Foi, de seguida, ter com Frei Lourenço para dizer que não casava com mais nenhum homem e se o padre a deixasse matar-se, ela matar-se-ia. Então Frei Lourenço convenceu-a a fingir aceitar o casamento que o pai lhe arranjou e deu-lhe uma garrafa de licor para ela tomar no dia anterior ao casamento, pois no dia iria parecer que ela estava morta e aí Romeu ia buscá-la ao túmulo para a levar para Mântua, sendo que o marido ia saber do plano por uma carta que o Frei lhe ia mandar.
Conforme combinado, ela tomou a poção e de manhã todos pensavam que a jovem estava morta. Por seu lado Romeu nunca recebeu a tal carta e mal soube da suposta morte da sua esposa, foi para Verona com um frasco de veneno para morrer a seu lado.
Será que Romeu tomou o veneno e morreu? E Julieta? Acordou ou morreu também?
O objectivo do Frei ao casar os jovens, que era pôr fim à guerra entre as duas famílias, foi cumprido?

Trabalho realizado por:
Tiago Machado, nº 26, 7ºA

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O PRINCIPEZINHO - TEXTO DE APRESENTAÇÃO




A história é contada num diálogo entre o narrador e o Principezinho. O narrador fica perdido no deserto do Sahara, onde conhece um ser extraterrestre, uma criança que é príncipe.
O principezinho era um rapaz normal que vivia num asteróide. Limpava os vulcões em actividade. Até que um dia caiu lá uma semente, nascendo uma rosa, que era tão bela que parecia única no Universo. O Principezinho fartou-se de cuidar da flor e foi embora. Passou por outros asteróides e encontrou um rei que o Principezinho não sabia sobre quem reinava, visto que era o único naquele asteróide. Visitou um vaidoso, um senhor de negócios, um bêbado, um senhor que era acendedor de candeeiros e um geógrafo, que lhe disseram que a Terra era um bom sítio.
Então o Principezinho foi para a Terra, lá conheceu uma serpente que o quer envenenar e uma raposa que lhe ensina a compreender que a sua rosa é única e especial porque é a que ela ama. E viu rosas iguais à sua, da qual tinha saudades. Todos aqueles momentos fizeram o Principezinho pensar na sua flor. Quando o Principezinho fazia uma pergunta não desistia até lhe responderem.
Quando encontrou um senhor que desistiu em pequeno, com apenas 6 anos de idade, de desenhar porque só desenhava jibóias abertas e jibóias fechadas.
O Principezinho pede-lhe que ele desenhe uma ovelha para ficar a conhecer o seu aspecto. Mas o narrador não lhe fez a vontade, apenas desenhou uma jibóia com uma presa no seu interior. O Principezinho queixa-se que não lhe pediu o desenho de um elefante, deixando o narrador intrigado até perceber então que o Principezinho consegue ver o interior do estômago da jibóia. Então o narrador pensa profundamente e desenha uma caixa. Isto deixa o Principezinho encantado, já que consegue ver a ovelha no interior da caixa.
O Principezinho ao querer regressar para o asteróide conhece uma serpente que o morde, pois diz-lhe que tem o poder para o fazer regressar se o deixar morder. De manhã, quando o narrador acorda não o encontra e pensa que o Principezinho voltou ao seu asteróide.
O narrador mostra-nos o desenho da paisagem do deserto e pede-nos para pararmos um bocadinho debaixo das estrelas se por acaso estivermos um dia no deserto em África e virmos um menino, é para avisarmos imediatamente o narrador porque o Principezinho voltou.

Raquel Alexandra Oliveira Santos 7º A nº22

terça-feira, 25 de maio de 2010

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

domingo, 22 de novembro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009